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Sábado, Janeiro 29, 2005
La Reina de la Noche(México, 1994)
Sempre considerei o Arturo Ripstein um diretor e tanto, ele tem várias obras primas no currículo, e eu felizmente assisti a mais uma delas, La Reina de la Noche, estrelada por uma de suas maiores musas, a Patricia Reyes Spindola que atuou em vários filmes do diretor entre eles o excelente La Perdición de los Hombres e Así es la Vida, quem não liga o nome a pessoa, Spindola atuou em Frida no papel da mãe de Frida Kahlo.
Uma das maiores características dos filmes de Ripstein é que todos tem um tom obscuro fortíssimo, tanto quando ele está fazendo drama ou humor negro e com este não é diferente, é um filme muito obscuro, pessimista e denso.
A história é inspirada na vida da cantora mexicana Lucha Reyes, que nasceu no ano de 1907, não é exatamente uma biografia pois se trata de uma adaptação livre sobre os amores da cantora que sempre viveu uma vida muito boêmia.
É um filme acima de tudo muito mexicano, cenários, figurinos, músicas, tudo, o que particularmente me chama muito a atenção e por isso faz com que eu goste ainda mais do filme, outra coisa que adoro são os dramas exageradíssimos e aqui o diretor colocou uma carga fortíssima de lágrimas e sensibilidade.
A história começa exatamente no ano de 1939 quando Lucha está cantando em uma taberna qualquer, aí ela já era bem conhecida na noite da Cidade do México, principalmente entre boêmios e prostitutas, inclusive ela sustentava um caso com uma La Jaira interpreta pela excelente Blanca Guerra, mas as coisas mudam quando ela acaba se apaixonando perdidamente por Pedro, Alberto Estrella de Santitos, aí entra aquela velha teoria de que o amor só serve mesmo para desgraçar a vida das pessoas o que no fundo é bem verdade.
Enfim é um filme tenso, muito bonito com excelentes atuações principalmente da protagonista e marcado por uma carga intensa de drama e de sentimentos, é uma pena que seja um pouco difícil encontra filmes de Arturo Ripstein, mas assistir a esse foi uma excelente oportunidade.
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Quarta-feira, Janeiro 26, 2005
CLOSER - PERTO DEMAIS(EUA, 2004)
Se fosse descrever Closer apenas por uma cena, falaria da cena inicial e diria que o filme é perfeito, a verdade é que a primeira cena em que Jude Law e Natalie Portman andam pelas ruas de Londres e se esbarram ao som de The Blower's Daughter é lindíssima, mas é uma pena que o filme todo não mantenha o nível do seu início.
O filme foi dirigido por Mike Nichols do ótimo Quem tem medo de Virginia Wolf?, o diretor ficou bastante tempo fora de cena, mas voltou em 2003 com a minisérie Angels in america, e seu nome passou a ser bem cotado para dirigir um longa, e eis que surge Closer.
Por ter a Julia Roberts no elenco já se pode esperar uma bomba, mas até que ela não tá ruim, claro, sempre forçando aquele sorriso simpático, mas já estamos acostumados, e Perto Demais acaba se tornando um dos melhores ou menos piores filmes que a atriz atuou.
A história do filme é sobre 2 casais, o primeiro deles Dan(Jude Law) e Alice(Natalie Portman) que se conhecem logo no início e Larry e Anna, Clive Owen inclusive indicado ao oscar e Julia Roberts respectivamente, a maneira como os personagens são construidos até é interessante e como suas vidas vão se cruzando também.
Anna é fotógrafa e está fotografando Dan para seu livro, ela conhece também a namorada dele, Alice, Dan acaba se sentindo atraído por Anna e resolve fazer uma pegadinha pela internet, entra em um bate papo de sexo e excita ao máximo um homem, Larry(Clive Owen) que está do outro lado e acaba marcando um encontro exatamente onde Anna estará, a intenção de Dan não era bancar o cupido, mas aí ele forma um casal.
E não que o filme tenha uma ordem cronológica confusa, bem pelo contrário, mas aqui o tempo vai passando em meses ou um ano de uma cena para outra o que pode desagradar algumas pessoas.
Closer tem a mesma carga de diálogos de Quem tem medo de Virginia Wolf? mas é claro, não tem a mesma intensidade, é um filme bonitinho que por horas me cansou um pouco, por isso não poderia dizer que gostei, mas me atrevo ainda a falar que este filme é da Natalie Portman, a personagem dela é a mais interessante de todos os 4 que formam o grande Swing.
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OSCAR 2005
Tá, todo mundo sabe que eu não tolero o Oscar, mas não podia deixar de comentar os indicados aqui no blog, O Aviador recebeu 11 indicações o que agora diminui minhas expectativas sobre o filme inclusive Leonardo Dicaprio foi indicado como ator e deve até ganhar e como ator ainda indicaram o Jamie Foxx, indicação que já era um tanto óbvia, mas ele levou uma de ator coajudvante também por Colateral. O querido de todo mundo DIÁRIOS DE MOTOCICLETA levou duas melhor canção e roteiro adaptado, mas não deve levar nenhum dos dois, até porque a música é cantada em espanhol. Dos indicados a melhor filme o que mais me simpatiza é Sideways e Em Busca da Terra do nunca que chegam em breve nos cinemas por aqui. Das atrizes indicadas gostei de terem lembrado da Kate Winslet por Brilho Eterno e da Catalina Sandino Moreno
do Maria Cheia de Graça, mas acho que dificilmente ganham, está mais para Hillary Swank ou Anette Bening.
E por fim a categoria que mais gosto a de filme estrangeiro, o espanhol Mar Adentro do Amenábar foi indicado e acho que tem várias chances de ganhar mas compete com o fraquinho e francês a Voz do Coração, o patético Olga ficou fora da lista ainda bem, porque aí sim é que esse povo do filme ia se achar mesmo!
A lista completa dos indicados aqui http://www.omelete.com.br/cinema/news/base_para_news.asp?artigo=11518
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Segunda-feira, Janeiro 24, 2005
Cleópatra(Argentina, 2003)
Meu maior medo antes de assistir Cleópatra era uma de suas protagonistas, Natalia Oreiro, que é uma espécie de Jeniffer Lopes abaixo da linha do Equador, talvez até pior, mas quando o filme começou deu até pra pensar que eu iria gostar, vendo Norma Aleandro e Héctor Alterio, reprisando a parceria de O Filho da Noiva, e interpretando um casal já de meia idade em crise e com problemas financeiros, isso até parecia que Cleópatra poderia se segurar como um filme autêntico e crítico até o final.
Mas há mais falhas do que méritos, principalmente no roteiro, mesmo assim rende uma diversão, e ver os atores em cena é um deleite, claro excluindo Natalia Oreiro.
A premissa é a seguinda, Norma Aleandro é Cleópatra uma senhora já um tanto cansada da vida e das faltas de oportunidades, um dia ela vai fazer um teste para uma novela e acaba conhecendo nos bastidores Sandra, uma atriz bem sucedida mas farta de tudo, de viver das aparências, elas acabam criando afinidades e decidem sair em uma viagem para esquecer de todos os problemas, olhando assim pode até parecer uma versão latina de Telma e Louise, mas não há quase nenhuma semelhança, a não ser que Cleópatra também é um road movie de marca maior.
Completa o elenco o argentino Leonardo Sbaraglia, de Plata Quemada, ele interpreta um caminhoneiro que dá carona para as duas protagonistas em sua viagem, óbvio, acaba se apaixonando pela mais jovem.
Até vale a pena assistir ao filme, pela curiosidade, é uma pena que ele acaba se perdendo, mas quando se trata de cinema argentino há opções bem melhores que estão em circuito ou já chegando nas locadoras.
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Quinta-feira, Janeiro 20, 2005
Antes do Por do Sol(EUA, 2004)
Antes do Por do Sol é muito melhor do que pode parecer, eu não imaginava que um filme tão bacana como o Antes do Amanhecer de 1995 fosse um dia ganhar uma sequencia, embora houvesse margem para isso, mas eis que quase 10 anos depois, a sequencia acontece e é tão interessante quanto o primeiro filme.
Antes do Por do Sol é um filme extremamente simples, foi rodado em 15 dias e custou meros 10 milhões de dólares, um orçamento bem baixo para produções americanas, mas é inegável que o filme é cheio de charme.
Em Antes do Amanhecer Celine(Julie Delpy) e Jesse(Ethan Hawke) se conhecem por acaso e vivem uma noite intensa, quando se separam combinam de se encontrar dentro de 6 meses em Viena, deixando esse ponto de interrogação no final do filme, e eis que 9 anos depois eles acabam se reencontrando, também em Paris quando Jesse está lançando um livro justamente sobre aquela noite que mudou a vida de ambos.
O filme é interessante porque ele é segurado durante seus 80 minutos de projeção pelo diálogo dos dois protagonistas, durante todo o tempo eles apenas conversam indo de um lugar para outro em Paris, mas os diálogos são tão envolventes que em momento algum isso se torna cansativo, bem pelo contrário, mesmo que faça tempo que se tenha visto o original você acaba se lembrando de tudo assistindo a essa continuação.
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fiquei tão feliz com essa notícia que não resisti e tive que vir postar aqui, mais tarde venho comentar sobre o filme que vou ver hoje!
Portishead lança novo disco
O novo e terceiro disco de estúdio do cultuado grupo de trip hop britânico Portishead está quase pronto. O álbum chega após um intervalo de oito anos desde que lançaram seu segundo registro, .
A finalização da gravação do disco foi confirmada pelo produtor e membro fundador do grupo, Geoff Barrow, em entrevista à rádio 6 da BBC de Londres. Segundo Geoff, a banda nunca se separou ou acabou e, apesar do longo período sem gravar, todos os membros continuaram se encontrando para tocar e compor.
A novidade surge logo após o Portishead confirmar um show, junto com o grupo Massive Attack, em benefício das vítimas do tsunami do sudeste asiático, que será realizado no próximo 19 de fevereiro, também depois de vários anos distantes dos palcos. A banda não tocará nenhuma nova música nesse show.
O Portishead foi um dos mais influentes grupos da onda do trip hop dos anos 90 e seu som é marcado pela mistura de elementos do jazz e soul, com batidas eletrônicas do hip hop e climas de música cinematográfica.
Eles lançaram seu primeiro disco "Dummy" em 1994, em seguida "Portishead" em 1997 e um disco ao vivo em 1998 chamado "PNYC". Em 2001, a vocalista Beth Gibbons --que se apresentou no Brasil em 2003-- lançou um álbum solo. Nesse período muitos boatos surgiram a respeito de um novo disco supostamente chamado Alien, o que não se confirmou.
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Quarta-feira, Janeiro 19, 2005
O Filho de Chucky(EUA, 2004)
O Filho de Chucky até é um filme engraçadinho, mas poderia ser uma comédia melhor se não forçasse tanto a barra por um humor negro que as vezes não faz ninguém rir, mas ainda assim tem umas sacadas bacanas, como por exemplo, o tal filho de Chucky é meio andrógeno e ainda não tem sexo definido, a aparência dele é como do Ziggy Stardust de David Bowie, e o nome da criança segundo o pai que quer um menino é Glen e segundo a mãe é Glenda, fazendo claro alusão ao filme de Ed Wood, mas são coisas que quase ninguém na platéia do cinema deve sacar.
Mas o filme se salva de ser um desastre graças a tantas referências que possui, Psicose, O Iluminado entre outros não escaparam e em uma cena ou outra dão o ar de sua graça.
Quando a franquia do Brinquedo Assassino começou nos anos 80 era difícil imaginar que tomaria rumos tão bizarros, eu mesmo lembro que tinha muito medo do boneco quando era uma criança, aliás este é o quinto filme do boneco, os 3 primeiros foram meio que terror por mais estranho que possa parecer, e em 1998 depois de 7 anos sem dar as caras, Chucky ganhou uma noiva num filme que é bem mais divertido que esse e assumiu de cara ser um filme trash e sem medo de beirar o ridículo.
Como o filme anterior deixou margem para uma sequencia, agora Glen o filho vive como boneco de ventriloco até que vê na televisão que um filme sobre seus pais está sendo produzido em Hollywood, ele então ruma até lá e consegue ressucitar os pais, claro depois disso a carnificina começa. Nos sets de filmagem eles encontram com a atriz Jeniffer Tilly que interpreta ela mesma e resolvem se adonar de seu corpo, aliás Tilly não tem medo de se ridicularizar e afirmar sua decadência como atriz, na maioria de suas cenas é isso que ela faz.
Um tanto ridículo, com umas cenas divertidas e até que dá pra entreter, mas tomára que Chucky e sua noiva não resolvam aumentar ainda mais a família, e as sequencias parem por aqui.
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Terça-feira, Janeiro 18, 2005
The Edukators(Alemanha, 2004)
Hoje sai do cinema leve e feliz, por finalmente estar vendo um filme lindo, perfeito e que gostei de verdade, The Edukators sim, que é um grande filme. Logo no início o diretor Hans Weingartner coloca na tela jovens idealistas e que procuram por esses ideias em prática e também nos faz pensar que coisas desse tipo são raras hoje em dia, a geração de hoje já nem luta por nada, simplesmente compra uma camiseta de Che Guevara e sai a desfilar pelas ruas.
O trio de atores que trabalha no filme tem uma química perfeita, tanto que não se consegue imaginar outras pessoas no lugar deles, inclusive um deles é Daniel Bruhl, do excelente Adeus Lenin, essa é a segunda vez que ele trabalha com o diretor de The Edukators a primeira foi em O Som das Nuvens, filme que não vi mas já ouvi falar maravilhas.
A história é a seguinte, dois idealistas, Jan(Daniel Bruhl) e Peter(Stipe Erceg) protestam de uma maneira pouco convencional, eles invadem mansões e trocam os móveis e objetos de lugar e deixam um bilhete sobre a pessoa ter dinheiro demais, mas certo dia Peter vai a Barcelona e deixa a namorada aos cuidados de Jan, ela conta a ele que está muito endividada porque bateu na mercedez de um ricasso e sem querer eles acabam chegando até a casa deste homem e lá colocam os planos em prática, mudam todas as coisas de lugar, etc... mas ela acaba esquecendo o celular e eles precisam voltar, e isso acaba mudando muitas coisas, e rumos na história.
É um filme que tem tudo exatamente posto no seu devido lugar, a trilha excelente entra quando deve entrar, frases e diálogos interessantes também, pode até se dizer que o filme é dividido em duas metades diferentes, a primeira onde é mais divertido e prazeroso de assistir e a segunda onde um clima muito mais intenso é criado.
O filme que tinha tudo para ser chato e político, não exagera nos diálogos a burguesia, e faz as suas críticas na medida exata, o desfecho é com certeza, sensacional.
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Segunda-feira, Janeiro 17, 2005
Alexandre(EUA, 2004)
Não gosto de falar de filmes nos moldes de Alexandre, simplesmente porque não tenho muito o que dizer, mesmo antes de ver eu já estou sabendo que não faz a minha cabeça, mas vou tentar ser o mais imparcial possível e falar um pouco do novo filme do Oliver Stone.
O filme vem causando polêmica e alarde grande desde que estava em pré-produção, primeiro porque este também era um projeto de Baz Luhrman(Moulin Rouge) mas Stone conseguiu levar o projeto primeiro a cabo, depois o filme ainda foi ameaçado de processo por parte dos gregos que temiam que Alexandre fosse visto como um homossexual, e o pior de tudo foi quando afundou nas bilheterias norte-americanas e fracassou na crítica.
Alexandre tem tudo que é uma super-produção de Hollywood precisa, um bom diretor, um elenco cheio de nomes famosos, e muito dinheiro investido, mas ele falha, não só por omitir vários fatos importantes da vida de Alexandre, o Grande, mesmo em quase 3 horas filme, mas também tem um roteiro fraco e confuso.
Tudo começa quando o velho Ptolomeu(Anthony Hopkins) começa a narrar a história do conquistador macedônico, essa narrativa é por muitas vezes confusa, mas pelo menos consegue sintetizar um pouco os fatos, logo entra em cena Angelina Jolie, como a Rainha Olimpia, mãe de Alexandre, e que está caricata demais forçando um sotaque de grega que não precisava existir, ela ensina Alexandre ainda criança a lidar com cobras.
É um filme que com certeza sabota vários livros de histórias, e o tão comentando e temido relacionamento de Alexandre com Hefestião(Jared Leto) fica claro, mas em nenhum momento existe uma troca de beijos entre os dois.
A escolha do elenco foi sim um tanto frustrada, nem digo por Colin Farrel como protagonista, ele até tem potencial se bem dirigido, mas por Angelina Jolie, Val Kilmer, Jared Leto e tantos outros, quem não decepciona é Rosaria Dawnson que interpreta Roxana, esposa de Alexandre.
Apesar de tudo o filme até rende bons momentos, tem cenas que dão gosto de serem vistas, talvez pelo valor que devem ter custado, mas não há tanta ação quanto o trailer prometia, mesmo assim claro que não faltam cenas de batalhas onde você nunca sabe quem é quem, mas o Alexandre de Stone é muito mais humano do que violento, é sensível em muitos momentos o que pode ter desagradado bastante a crítica que esperava ver um líder viril e determinado.
Definitivamente Oliver Stone não está em sua melhor forma, mas sempre foi um diretor controverso mesmo, outros de seus filmes como Platoon e Assassinos por Natureza, muito bons por sinal sempre dividiram opiniões, e com Alexandre deve acontecer o mesmo, alguns irão gostar e outros não, embora eu pessoalmente não tenha achado dos melhores.
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GLOBO DE OURO 2005
Como a maioria já deve saber o Globo de Ouro aconteceu ontem, pessoalmente eu acho uma premiação bem mais bacana e informal do que o Oscar, embora não há como negar a importância que o segundo tem na indústria cinematográfica. A Sony transmitiu o evento ao vivo ontem, não pude olhar com muita atenção porque estava na companhia de vários amigos, mas vi quando o espanhol Mar Adentro ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro e Alejandro Amenábar subiu ao palco para agradecer seu prêmio, vi também quando Hillary Swank agradeceu emocionada o prêmio de melhor atriz/drama por Million Dolar Baby, o novo filme do Clint Eastwood. Mas os grandes vencedores da noite foram os filmes O Aviador de Scorsese e Sideways que já tenho bastante vontade de assistir.
Abaixo a lista dos vencedores:
MELHOR FILME/DRAMA: O AVIADOR
MELHOR FILME/COMÉDIA, MUSICAL: SIDEWAYS
MELHOR ATOR/DRAMA: LEONARDO DICAPRIO(O AVIADOR)
MELHOR ATOR/COMÉDIA, MUSICAL: JAMIEX FOXX(RAY)
MELHOR ATRIZ/DRAMA: HILLARY SWANK(MILLION DOLAR BABY)
MELHOR ATRIZ/COMÉDIA, MUSICAL: ANETTE BENING(BEING JULIA)
MELHOR ATOR COAJUVANTE: CLIVE OWEN(PERTO DEMAIS)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: NATALIE PORTMAN(PERTO DEMAIS)
MELHOR DIRETOR: CLINT EASTWOOD(MILLION DOLAR BABY)
MELHOR ROTEIRO: SIDEWAYS
MELHOR TRILHA SONORA: O AVIADOR
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: OLD HABITS DIE HARD(ALFIE)
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: MAR ADENTRO
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Quarta-feira, Janeiro 12, 2005
O Castelo Mágico
Então, há alguns dias atrás postei sobre os filmes que eu mais aguardava para este ano e acabei não comentando sobre este, O Castelo Mágico, novo filme do diretor do incrível A Viagem de Chihiro, as expectativas são grandes, tomára que seja tão bom quanto o anterior, no Japão o filme já vem causando furor, ele conta a história de uma menina que é enfeitiçada e transformada em uma senhora idosa, depois disso ela ainda é aprisionada em um castelo onde começa a tentar descobrir uma maneira de reverter o feitiço. Aqui no Brasil o filme tem previsão de chegada para o dia primeiro de julho. Agora é só esperar!
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Terça-feira, Janeiro 11, 2005
O Grito(EUA, 2004)
Depois do horror americano ter se desgastado ao máximo, eles meio que inventaram uma nova fórmula para fazer dinheiro, ou melhor, copiaram, o cinema hollywoodiano nunca foi lá muito criativo, e muito menos agora, então eles pagam bem caro pelas idéias dos outros e acabam adaptando dentro dos seus padrôes. Agora saem os serial killers dos filmes de terror e entram as crianças assustadoras, bizarras e com cabelo oleoso típicas do cinema de terror japonês.
Assim como O Chamado este filme é refilmagem de um japonês, Ju-on: The Grudge, mas fica difícil comparar com o original porque não tive acesso, quem tem tv a cabo pode conferir pelo Cinemax, mas o Chamado até que não se saiu tão mal e acaba superando o original.
O filme começa quando Bill Pullman(que agora virou coadjuvante de filme de terror) se atira de um prédio, logo entram em cena uma estudante de enfermagem, chamada Karen, e interpretada pela Sarah Michelle Gellar, a Buffy, que já atuou em outros filminhos do estilo deste, ela vive com o namorado em Toquio, o namorado é Jason Behr, um dos ets do seriado Roswell. Um belo dia Karen é enviada a uma casa para cuidar de uma senhora um tanto transtornada, depois disso todo mundo começa a morrer e claro, coisas muito estranhas começam a acontecer.
A idéia destes filmes é fazer da morte uma coisa muito mais complicada do que ela realmente é, e tentar criar tramas supostamente inteligentes para agradar o público, mas é mais um destes exemplos de filme lamentável, com sustos que beiram o ridículo.
Quem dirige o remake é o próprio Takashi Shimizu que também dirigiu o original, e trouxe pra esse parte do elenco do filme anterior, dele eu só posso elogiar alguns movimentos de câmera e enquadramentos que se tivessem um roteiro melhor até poderiam render algum susto.
E é isso, uma experiência péssima, já que o cinema estava lotado de adolescentes chatos fazendo piadinha durante o filme inteiro, quem foir ver já vá esperando pelo óbvio.
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Domingo, Janeiro 09, 2005
Mais sobre Casa de Areia
O filme conta a saga de Áurea, que começa em 1910, quando, em busca de um sonho que nunca lhe pertenceu, ela chega em caravana a um enorme labirinto de areia no Maranhão, Norte do Brasil.
À procura de terras que o marido, Vasco, acredita serem prósperas, ela se vê condenada à vida num lugar inóspito, tendo como única companhia feminina sua mãe, Dona Maria. Grávida, e inconformada com o destino, a mulher faz de tudo para encontrar uma saída. Mas o tempo vai pouco a pouco transformando essa história embalada por profundos sentimentos, que vão do desespero à plenitude.
São 59 anos convivendo com a iminência da partida. A princípio impedida por Vasco, Áurea é obrigada a morar numa casa no alto de uma duna. Até que um dia, ao lado da mãe, ela presencia a morte do marido, soterrado na própria loucura e, num misto de dor e alívio, acredita estar livre. Mas, na verdade, virara refém da sorte.
Abandonada no deserto com a filha, Dona Maria sai à procura de um pequeno povoado originário de um antigo quilombo, onde só vivem negros. E assim conhece Massu, que virá a ser o grande companheiro das duas. É ele quem as ensina a trocar pertences por comida. E sal, trazido de longe por Chico, único homem capaz de chegar e sair dali deliberadamente, e a quem Áurea se apegará na esperança de partir depois de dar à luz.
Nasce uma menina, também chamada Maria. Nove anos passam e Dona Maria é a primeira a dar sinais de que há sentido na vida naquele lugar. Mas Áurea continua obstinada, esperando a filha crescer para encarar a travessia. A possibilidade de realizar o seu maior desejo ressurge com a volta do vendedor de sal. Quando tudo parece perfeito, Massu surpreende, impedindo a partida.
Desesperada, Áurea corre pelo areal atrás de Chico. Em vez dele encontra o Tenente Luiz, jovem que guia um grupo de cientistas na pesquisa do eclipse total da lua na região. Numa passagem emocionante, ela resgata sentimentos, redescobre o sexo e a chance de refazer a vida. Porém, mais uma vez por circunstâncias que independem de sua vontade, Áurea permanece no areal. E, ao lado de Massu, descobre que, na verdade, seu lugar é ali.
Durante os 59 anos em que passam a história, alguns atores se alternam na interpretação dos personagens. Fernanda Montenegro é Dona Maria (60 e 69 anos), Áurea (60 e 87 anos) e Maria (58 anos). Fernanda Torres interpreta Áurea (28 e 37 anos) e Maria (31 anos). Seu Jorge divide o papel de Massu (30 e 39 anos) com Luiz Melodia (62 anos). Já Luiz é vivido por Enrique Diaz (35 anos) e Stênio Garcia (58 anos). Em participações especiais, Ruy Guerra é Vasco de Sá e Emiliano Queiroz, Chico do Sal. E apresentando Camilla Facundes como Maria aos 8 anos de idade.
Fonte: www.terra.com.br
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Sábado, Janeiro 08, 2005
Cinema Impresso
Ler um bom livro sobre cinema as vezes sai muito mais em conta do que se manter atualizado com as revistas do gênero, que geralmente são bem caras e incompletas, por isso resolvi postar aqui no blog algumas boas dicas de livros sobre ou relacionados a sétima arte.
Dicionário de Filmes Brasileiros
Este dicionário apresenta toda a produção nacional de longa-metragem desde 1908 - 3883 filmes - contendo fichas técnicas, resumos das histórias, premiações, mini-biografias, comentários e curiosidades.
Um filme por dia
Durante 27 anos, dia após dia, Antonio Moniz Vianna fez crítica de cinema no jornal carioca Correio da Manhã, então o mais influente do país. Com seu estilo incisivo e polêmico, ele marcou várias gerações de cinéfilos brasileiros e lhes transferiu a sua paixão por filmes como 'Depois do vendaval', 'A doce vida' e '2001'. Ou a sua decepção com 'Assim caminha a humanidade', 'Ben-Hur'e 'Terra em transe'. As 91 críticas de 'Um filme por dia' foram selecionadas por Ruy Castro, que também assina a introdução, e são hoje tão instigantes quanto os filmes de que elas tratam.
Fotografias de Filme - Lavoura Arcaica
O livro foi concebido pelo celebrado diretor de fotografia do cinema brasileiro Walter Carvalho durante as locações de 'Lavoura Arcaica' (2001), filme baseado no romance homônimo de Raduan Nassar (1975), dirigido por Luiz Fernando Carvalho e exibido com enorme sucesso. Diferentemente de um trabalho de 'making of', este é um livro de fotos em preto e branco e em cores, que acompanha a gestação e os ritmos de uma obra de arte. Revela, ainda, aquilo que um filme, por sua natureza, costuma roubar do espectador; a intimidade das pessoas envolvidas na produção da obra cinematográfica. Seu fio narrativo é construído apenas de imagens, em núcleos temáticos e formais - ensaios, os atores em torno da grande mesa, retratos familiares, locações e dança final.
Hitchcock/Truffaut
Durante as décadas de 50 e 60, quando François Truffaut idealizou e realizou a série de entrevistas que resultariam neste livro, Alfred Hitchcock (1899-1980) era visto - sobretudo nos Estados Unidos - como um cineasta mediano e comercial. No entanto, para Truffaut, Hitchcock estava entre os maiores cineastas de todos os tempos, ao lado de nomes como Jean Renoir, Federico Fellini, Ingmar Bergman e Luis Buñuel. Com o objetivo de modificar a opinião dos críticos americanos - e com o imperioso desejo de 'consultar o Oráculo' -, Truffaut propôs ao diretor inglês que respondesse quinhentas perguntas sobre sua obra e carreira. Nessa extensa conversa, Hitchcock comenta detalhadamente sua produção, desde os primeiros filmes mudos feitos na Inglaterra até os coloridos e sonoros de Hollywood, falando sobre a concepção de cada obra, a elaboração do roteiro, as circunstâncias, as inovações e os problemas técnicos, a relação com os atores.
Meu Último Suspiro
O livro é uma compilação de 18 anos de trabalho e de amizade entre Luis Buñuel e Jean Claude Carriére. Juntos fizeram seis obras primas do cinema, incluindo A Bela da Tarde, O Discreto charme da burguesia e Ese obscuro objeto do desejo. O livro nasceu espontaneamente de suas entrevistas na Espanha e México durante os intervalos nos sets. Meu último suspiro percorre pela voz e as próprias palavras de Buñuel.
Cinema com Rubens Ewald Filho
O guia traz as sinopses de todos os filmes e comentários de Rubens Ewald Filho, com uma breve ficha técnica de cada filme, informações sobre legendas e dublagens que constam no DVD, tempo de duração, formato da tela e outros detalhes.
Fogo nas Entranhas
Neste livro, a marca característica de um dos maiores diretores de cinema , Pedro Almodóvar, estão também em suas histórias, onde ele faz acontecer rapidamente e com muita naturalidade as coisas mais incríveis.
O Anjo Exterminador
Em 'O Anjo Exterminador', o escritor e compositor Bráulio Tavares promove uma leitura bastante original da obra-prima dirigida por Luís Buñuel no México, em 1962. Utilizando o conhecimento acumulado como pesquisador de literatura fantástica, Braulio não se limita ao passado surrealista, antiburguês e anticlerical do cineasta de 'Um Chien Andalou' e 'L´Age d´Or'. Segundo ele, a história do grupo de burgueses que se vê estranhamente aprisionado após um jantar é um exemplo clássico de literatura fantástica, com ramificações no realismo mágico latino-americano, na literatura gótica do século XVIII, nos folhetins europeus do século XIX, nos seriados de tevê, como Além da Imaginação e Quinta Dimensão, nas parábolas de Kafka e de Ray Bradbury, numa certa literatura pornográfica e em certas comédias de humor negro.
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Terça-feira, Janeiro 04, 2005
Os últimos vistos no cinema
Meu Tio Matou um Cara(Brasil, 2004)
Com Meu Tio matou um cara, Jorge Furtado consegue o que muitos tentam sem chegar a lugar nenhum, fazer cinema adolescente de qualidade, um gênero que é bem explorado nos EUA, mas aqui nem tanto, só que Meu tio matou um cara sai na frente do besteirol americano, primeiro porque usa uma linguagem e adolescentes de verdade e porque apesar de ser um filme sem grandes pretensões, tem diálogos bem interessantes.
No inverno do ano passado fui entrevistar o Jorge Furtado em uma das locações do filme, ele foi até bem receptivo, mas mesmo assim não dava pra se ter uma idéia do que viria pela frente, parecia que se tratava de um filme quase infantil quando vi o Darlan cunha e o ator que faz o Kid e um bando de cachorros, mas mesmo assim minha opinião só se formaria depois que visse o filme, e é um pouco diferente do que eu imaginava, tem uma estética bem legal, tem um elenco de adolescentes que segura muito bem as pontas que é o caso do Darlan Cunha e da Sofia Reis que parece ter um futuro bem promissor se seguir por esse caminho.
Bom, mas apesar disso tudo, vale advertir que Meu tio matou um cara não é exatamente o tipo de filme que eu curto ver, então levei na esportiva e assisti sem nenhuma pretensão, assim ele diverte, apesar de faltar um pouco de sentimento, o filme deve agradar principalmente o público mais teen.
A história é de um tio, vivido por Lázaro Ramos que chega na casa do sobrinho dizendo que matou um cara, logo o sobrinho vai investigar o que realmente aconteceu, no elenco ainda estão Ailton Graça, Dira Paes e Deborah Secco. Dá até pra dizer que o filme é uma mistura de Houve uma vez dois verões com o Homem que Copiava, mas ganha um resultado próprio que no final acaba divertindo, pra mim valeu também ver vários dos lugares que conheço aqui em Porto Alegre, as ruas, os nomes de ônibus, etc...
Eu Não tenho Medo(Itália, 2003)
Fui assistir sem esperar muito coisa, e pra minha grata surpresa encontrei um grande filme, de Gabriele Salvatores que já havia feito o ótimo Mediterrâneo entre outros, dessa vez ele criou um filme sensível, sutil e que por certos momentos até lembra o neo-realismo do cinema italiano de Vitorio de Sica.
Eu não tenho medo é adaptação do bestseller de mesmo nome, e fala de um pacato povoado na Itália, onde as pessoas que lá vivem estão sempre entediadas, mas o destaque fica com a história das crianças, um destes meninos acaba descobrindo um buraco onde lá está vivendo outro menino, depois de um tempo ele descobre que o garoto se chama Filippo e foi sequestrado, e o tal buraco é o seu cativeiro.
Me arrisco inclusive a dizer que este filme é uma pequena obra prima do cinema italiano, um elenco muito bem afinado, com destaque para as atuações infantis, e uma fotografia linda que inclusive foi bastante premiada, todas as imagens que o diretor usou para ilustrar o livro representam muito bem o medo, ou a ausência dele.
É uma história que ao mesmo tempo é uma fábula de crianças também é a realidade dura dos adultos, e por isso os fatos e rumos absurdos que a história toma acabam tentando se justificar. Um nome conhecido do público brasileiro no elenco, a espanhola Aitana Sanchez Gijón que tem uma atuação moderada, de acordo com que sua personagem exige.
Primavera, Verão, Outono, Inverno e Primavera(Coréia do Sul, 2003)
Finalmente sobre este filme, nem tenho muito o que falar, é uma obra prima, um filme inspirador, absurdamente lindo. É a história de dois monges o mestre e seu discípulo que na primeira estação do ano ainda aparece criança, os dois vivem isolados em uma casinha no meio de um lago cercado por montanhas, as diferentes etapas e os rumos que as vidas dos dois protagonistas vão tomando é representada por cada estação do ano, assim como em Requiem para um sonho por exemplo, mas dessa vez mostrando mais o lado humano e da natureza.
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Domingo, Janeiro 02, 2005
ANO NOVO - FILMES NOVOS
Eu odeio essa época do ano, odeio saber que mais um ano terminou e estou ficando ainda mais velho, há um tempo eu achava isso bom, mas hoje em dia nada, mesmo assim desejo a todos os que frequentam o Movies and More o mais clichê dos desejos, que em 2005 todas seus sonhos se concretizem, hehehe, eu só peço pra que possa ser feliz durante um ano inteiro e não apenas alguns dias como neste, e que os cinemas Guion aqui em Porto Alegre nunca fechem. Não achei nada mais justo para começar o ano no blog do que falar sobre os filmes que mais espero para o ano que entra, então, vamos lá.
MAR ADENTRO(Espanha, 2004)
Parece que é o mais sensível dos filmes do Amenábar, e já que ele não faz nada desde Os Outros, a expectativa para esse é bem grande, no elenco Javier Bardem e Belen Rueda.
HERÓI(China, 2002)
Sinceramente espero que este não seja mais um O Tigre e o Dragão, mesmo assim ele parece que vem fazendo bonito por aí, e é uma ótima oportunidade para eu me reconciliar com o cinema espanhol, vamos ver no que dá, estréia no final de janeiro.
THE AVIATOR(EUA, 2004)
Não acho que o Scorsese ande em sua melhor forma últimamente, até porque insiste em trabalhar com o Leonardo DiCaprio, mas ele já realizou obras primas como Taxi Driver, então já é motivo de esperar ansioso por um novo filme seu.
MARIA CHEIA DE GRAÇA(COLÔMBIA, 2003)
Um dos filmes mais bem falados do ano, só posso ter muita vontade de ver, é uma pena que os filmes latinos sempre acabam tendo suas datas de estréia adiadas ou trocadas, mesmo assim quero que esse venha logo, a temática é muito interessante.
CASA DE AREIA(BRASIL, 2005)
Não sei se será grande coisa, afinal não espero muito do cinema brasileiro mais comercial para este ano, mas junta Fernanda Torres e Montenegro no elenco, fazendo papel de mãe e filha e dirigida por Andrucha Waddington, é no mínimo curioso.
DARK WATER(EUA, 2005)
A estréia gringa do Walter Salles, é remake de um filme japonês que eu não vi, tem uma estética que parece bem interessante, e depois dele ter lançado Diários de Motocicleta esse ano, é de se ficar no aguardo dessa nova produção que é toda falada em inglês.
MACHUCA(CHILE, 2004)
Finalmente depois de estar há meses vendo o trailer e o poster do filme no cinema, parece que ele estréia lá pro final de janeiro, espero mesmo que sim, me deixou no mínimo curioso, e é a esperança de finalmente ver um bom cinema chileno.
5X2(FRANÇA, 2004)
Filme novo do François Ozon, me deixa bem curioso, parece que dessa vez ele resolveu fazer um drama bem diferente de 8 mulheres e Swimming Pool, passou no festival do Rio esse ano, agora é esperar chegar em circuito comercial.
THE FOUNTAIN(EUA, 2005)
O que esperar do novo filme do cara que já dirigiu Requiem para um Sonho e Pi? Não sei, talvez mais uma obra prima, talvez não, depois de tantos contra tempos o filme chegará aos cinemas nesse ano, com Hugh Jackman no papel que antes seria de Brad Pitt.
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