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Sexta-feira, Agosto 26, 2005
DOIS FILMES (RUINS) DE TERROR
Há diversas semelhanças entre Horror em Amityville e Dark Water além de que os dois são filmes de terror medíocre, o último deles tenta ainda manter a pose por ter um diretor respeitado assinando a direção, Walter Salles, mas não passa de lixo.
Os dois filmes fazem parte da onda de remakes de terror que persegue Hollywood, Horror em Amityville segue a linha de refilmagens de filmes retrô como Casa de Cera e O Massacre da Serra Elétrica, que até renderam porque conseguiram um bom resultado cultuando o trash, mas Horror se leva a sério demais, não empolga e acaba não garantindo nenhum susto. Há quem encontre um bom motivo para ver o filme: as diversas cenas em que Ryan Reynolds(de Blade Trinity) aparece sem camisa.
A história de Horror em Amityville é a seguinte, baseada em fatos reais, ela se passa nos anos 70 e fala de uma família que vai morar em uma linda casa onde um ano antes havia acontecido assassinatos, a história começa a se repetir quando Ryan Reynolds se possui por alguma espéce de demônio.
Não muito diferente disso, o filme que marca a estréia gringa de Walter Salles(ele poderia ter feito escolha melhor) é refilmagem de um terror japonês no melhor(ou pior) estilo de O Chamado e O Grito, conta a história de uma mãe divorciada que se muda para um apartamento com a filha pequena, logo começam a acontecer coisas muito estranhas.
Mais semelhanças, antes era uma casa e agora um apartamento, as estranhezas da vez se dão por causa de bizarras infiltrações de água. A idéia era fazer do filme um terror psicológico, de fato não há nenhuma gota de sangue no filme em compensação são gastos muitos litros d'agua.
Água Negra não inova em nada, tem um ótimo elenco formado por Jeniffer Conelly, John C Reily e Tim Roth, mas que não consegue levar o filme adiante. É apenas mais um filme igual a tantos que já conhecemos, assim como Horror em Amityville irá cair logo no esquecimento, e os brasileiros ficam esperando por uma fita que faça Salles se redimir.
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O Castelo Animado(Japão, 2004)
O Castelo Animado é um filme que tem várias semelhanças com A Viagem de Chihiro, filme anterior do diretor Hayao Miyazaki, mas que surpreende por ganhar vida própria e apresentar uma fábula inovadora e que prende a atenção do início ao fim.
Apesar de algumas semelhanças estéticas com Chihiro, como os cenários surrealistas, O Castelo Mágico tem uma temática bastante diferente, fui ao cinema esperando por uma fábula parecida com Chihiro e me deparei então com uma totalmente nova.
A premissa é simples, e também lembra bastante A Viagem de Chihiro, uma garota que trabalha em uma chapelaria é amaldiçoada por uma bruxa e assim transformada em idosa, aliás a cena da maldição é sem dúvida a melhor do filme, a bruxa que é uma gorda repugnante é de dar medo.
Personagens esquisitos e bizarros não irão faltar na jornada da jovem Sofie em busca do fim do encantamento, ela vai parar dentro do castelo animado do título, existe ainda dentro do filme uma interessante crítica a guerra e um universo muito particular criado por Miyazaki que sempre acaba se tornando o grande ponto alto do filme.
É um filme pra crianças sim, bem mais do que A Viagem de Chihiro que seguia rumos mais maduros, e diferentemente de muita coisa "infantil" feita por aí, o filme passa uma bela mensagem no final.
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Terça-feira, Agosto 23, 2005
2 Filhos de Francisco(Brasil, 2005)
Quando foi anunciado que a vida de Zezé di Camargo e Luciano seria levada ao cinema a minha única reação foi dar uma boa gargalhada e deixar passar, o lançamento se aproximou e eu ia ouvindo que o filme podia sim surpreender, mas nem dei muita atenção, odeio música sertaneja e já havia criado milhões de preconceitos sobre o filme. No Festival de Gramado esse ano eu fugi na hora da exibição do filme, mas mais por cansaço mesmo, depois descobri que tinha agradado em cheio a crítica e público, minha curiosidade se aguçou e uma semana depois resolvi assisti-lo, e sim, me surpreendi, o filme está muito longe de ser ruim.
E eu fui ao cinema tentando esquecer um pouco sobre quem eu estava assistindo, o filme é dirigido pelo estreante Breno Silveira que havia feito direção de fotografia de vários filmes como Carlota Joaquina e tem o roteiro da supla Patricia Andrade e Carolina Kotscho e colaboração de Domingos de Oliveira, 2 filhos de Francisco acerta por não cair na cafonice, já que tinha tudo pra isso, acaba se tornando uma história sensível, e a trilha é muito bem colocada em seu devido lugar, tem conseguido conquistar um público que não é apenas formado pelos fãs da dupla sertaneja.
A história começa em Pirinópolis, interior de Goiás nos anos 60, Francisco e a mulher Helena começam a produzir filhos em série, são uma família humilde que vivem da agricultura, logo Francisco começa a incentivar no filho mais velho Mirosmar a música, em seguida ele forma uma dupla com o irmão, mas muitas dificuldades surgem até a chegada do final feliz.
Os dois meninos que protagonizam mais da metade da história dão uma boa segurada no filme, os dois tem uma atuação bem convincente, Dira Paes e Ângelo Antônio também merecem méritos.
Enfim, não posso dizer que é um filme perfeito, até porque está longe de ser aquilo que eu idealizo no cinema, mas é sim um filme bem simpático e surpreendente, com algumas quedas como pelo excesso de merchandising ou quando Marcio Kieling entra em cena no papel do Zezé mais velho, mas logo consegue se adaptar bem dentro da trama.
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Segunda-feira, Agosto 22, 2005
e eu peço desculpas por demorar tanto pra falar de La Niña Santa, já faz quase duas semanas que assisti, mas como ando correndo ainda não tinha tido tempo de comentar, agora vai, durante a semana vou postando sobre outros filmes que ando assistindo.
Menina Santa(Argentina, 2004)
Ano passado conheci o trabalho da diretora argentina Lucrecia Martel em O Pântano, fiquei tão impactado que acabei escolhendo o filme como o melhor do ano, era uma crítica mordaz a classe média, e tinha uma atmosfera tão peculiar que chocava, minha ansiedade então foi crescendo para assistir a seu mais recente trabalho Menina Santa que ano passado disputou a Palma de Ouro em Cannes.
E Menina Santa de maneira nenhuma decepciona, embora não chegue a ser tão bom quanto o primeiro filme da diretora, mas é excelente e causa durante quase todo o tempo de sua projeção um impacto visual bastante grande.
Amália é a Menina Santa do título, uma adolescente que vive em um hotel com sua mãe Helena, interpretada por Mercedes Morán que também esteve em O Pântano, Amália frequenta junto com algumas amigas um curso de religião, onde a professora(Mia Maestro) prega que cada uma delas veio ao mundo para cumprir uma missão, um dia na rua Amália é coxada por um médico que está hospedado no hotel que ela vive, ela entende que aquele é o seu chamado, e sua missão é então salvar o médico.
É bem difícil descrever a história do filme em algumas linhas, já que é muito mais complexo do que pode parecer, muitas vezes chega a beirar um certo bizarrismo, mas o grande ponto alto permanece nas críticas que Martel faz a classe média, não só com seus diálogos e frases corrosivas mas também com planos muito bem pensados.
Acho que eu teria gostado ainda mais de Menina Santa se não tivesse entrado na sala de cinema com tantas expectativas, ainda assim é um trabalho intenso da diretora e dos atores, um filme que cria tensão do início ao fim e uma metáfora inteligente sobre a sociedade em que vivemos.
Falta dizer que o filme é produzido pela El Deseo, produtra de Pedro Almodovar e seu irmão Augustin, e nem é necessário falar que faz parte de uma excelentes safra do cinema argentino, de onde cada vez mais surgem diretores e filmes incríveis.
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Domingo, Agosto 21, 2005
RESUMO DO FESTIVAL DE GRAMADO
TERÇA FEIRA
UN DIA SIN MEXICANOS
Um filme que eu esperava bastante assistir, pude ainda tietar e trocar umas palavras com o diretor Sergio Arau e dizer como gostei do filme, na verdade esperava um pouco mais, mas ele é bastante divertido, e a forma que é narrado como se fossem muitas manchetes de telejornal é bem original. Um filme sem muitas pretensões e que acabou levando o premio especial do juri.
CAFUNDÓ
Filme dirigido por Paulo Betti e que deu a Lázaro Ramos o prêmio de melhor ator. De início gostei bastante do filme até porque tem a ótima Leona Cavalli no elenco e sempre em papéis muito fortes, a cena em que ela incorpora uma pomba gira é perfeita. Cafundó conta a história de um preto velho, mas a maneira como a história evolui é um pouco confusa e o filme se perde um pouco, ainda assim dos brasileiros foi o menos pior que vi. Ele é salvo por sua estética e imagens de impacto sempre invocando o misticismo e o candomblé.
O CERRO DO JARAU
Tinha bastante curiosidade pra ver este filme, porque sabia que era gaúcho, com atores e equipe aqui de Porto Alegre, mas meu deus, é muito ruim, nem há o que comentar porque é ruim e pronto, tem uma fotografia simpática, e era isso.
QUARTA-FEIRA
GAIJIN AMA-ME COMO SOU
O grande vencedor do Festival, levou melhor filme e melhor diretora para Tizuka Yamazaki, mas é realmente ruim, um filme que se perde do início ao fim, tem um começo apoteótico, com ares de superprodução e surpreende, mas como a produção foi divida em dois períodos e duas equipes, fica claro a piorada que dá da metade até o final, talvez com uma nova montagem e muitos cortes dali pudesse sair um filme bom, mas eu jamais daria um prêmio para quem dirige filmes da Xuxa e depois tenta se redimir produzindo um filme medíocre com ares de super produção.
NOSSA SENHORA DO CARAVAGGIO
Fábio Barreto já se tornou sinônimo de palhaçada absoluta! Esse novo filme dele nem estava na mostra competitiva, por isso eu nem fiz tanta questão de aguentar até o final, bom ele dirigiu Paixão de Jacobina, uma das maiores bombas que já vi por aqui nos últimos anos, se Caraviggio é tão ruim quanto Jacobina eu não sei, porque eu não aguentei até o final para saber, mas deve ser pior. Tem uma cena bizarra em que um homem saca dinheiro de um caixa eletrônico do banrisul e depois o filme volta ao normal. Que Vergonha!!!
QUINTA FEIRA
SAL DE PRATA
O novo filme do Gerbase tinha tudo, ou quase tudo pra ser um bom filme, a proposta de falar sobre a paixão pelo cinema e tudo mais, mas se perde tanto, é tão fraco, levou o prêmio de melhor montagem para Giba Assis Brasil. O elenco está todo canastríssimo, acho que só se salva o trabalho de Camila Pitanga que tem mostrado se esforçar e melhorar a cada novo projeto. Mas enfim, mais um filme medíocre onde o que se salva é a parte técnica.
DOUTORES DA ALEGRIA
Tá, mais um documentário com temática social, dessa vez enfocando a ONG Doutores da Alegria, eles realmente fazem um trabalho muito bonito e o filme é sensível e tocante. Eu mudaria várias coisas, mas ainda assim é um filme sensível o que é bem fácil de se fazer quando há crianças envolvidas.
SEXTA-FEIRA
UN MUNDO MENOS PEOR
Precisei dar uma fugida para conseguir assistir a este filme e valeu a pena, foi o melhor que vi nesse Festival de Gramado. Levou o prêmio de filme latino e de melhor diretor para Alejandro Agresti, muito merecido. Un mundo menos peor é um filme ainda bem mais sensível do que Valentin, tem um ritmo diferente, mais lento mas que dá ao filme uma carga dramática maior. As atuações são incríveis!
EM TRÂNSITO
Documentário sobre o trânsito em São Paulo, tem coisas legais e coisas bem chatas, no geral é arrastado, eu estava tão cansado que dormi em alguns trechos.
DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO
Um dos filmes mais esperados do festival, e mais uma adaptação das obras de Luiz Antonio de Assis Brasil, não digo que seja um filme de todo mal eu até esperava que fosse pior, a fotografia é linda e a montagem é muito boa, o que contribui bastante para o filme, mas ele é arrastado e não se explica bem em diversos momentos, fora que o elenco principal é formado por Daniela Escobar e Edson Celular que poderiam estar piores eu sei, então simplesmente é um filme mais chato do que ruim.
CURTAS
ENTRE PAREDES
Foi o grande vencedor do Festival, e realmente o que mais me chamou a atenção, um curta lindo, simples mais inovador e de bastante impacto.
IMPAR PAR
Produzido pela Sara Oliveira da MTV, este é um curta bonitinho, sobre uma fábula de que cada pessoa é mais ou menos o sapato que usa.
EU TE DAREI O CÉU
Aplaudido pela maioria e também vencedor de alguns prêmios, esse curta é bem divertido, tem diálogos inteligentes embora já bastante manjados, é a cópia da cópia da cópia, mas agradou.
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Sábado, Agosto 20, 2005
ULTIMO DIA DE GRAMADO, E EU DANDO GRAÇAS A DEUS, TRABALHAR AQUI ESTA ME MATANDO DE CANSAÇO E DOR DE GARGANTA, MAS ENFIM... FAZ PARTE, FILMES REALMENTE BONS FOI O QUE MENOS VI POR AQUI, EXCETO PELOS LATINOS QUE SO PUDE VER DOIS PORQUE ELES SAO EXIBIDOS A TARDE, JUSTAMENTE O HORARIO EM QUE TRABALHO, O FILME CHILENO MALA LECHE FOI BEM COMENTADO, MAS ESSE EU PERDI, OUTRO QUE TB PERDI FOI CARREIRAS DE DOMINGOS DE OLIVEIRA, UM FILME APARENTEMENTE SOBRE COCAINA, AGORA VOU TER QUE ESPERAR, AMANHA DEVO ATUALIZAR O BLOG COM MAIS PACIENCIA E COMENTAR INDIVIDUALMENTE CADA UM DOS FILMES E CURTAS QUE VI.
DIA 3
SAL DE PRATA
DOUTORES DA ALEGRIA
DIA 4
EM TRANSITO
UN MUNDO MENOS PEOR
DIARIO DE UM NOVO MUNDO
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Quinta-feira, Agosto 18, 2005
DIA 2
- GAIJIN AMA-ME COMO SOU(da Tizuka Yamazaki)
- NOSSA SENHORA DO CARAVAGGIO(saí no meio, é ruim demais o novo do Fabio Barreto)
hoje é dia de Sal de Prata e amanha tem Un mundo menos peor
a noite ontem foi engraçada, rolou muitas bebidinhas de graça, mas divertido mesmo foi ver as celebridades duras de cocaina ou caindo de bebadas...
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Quarta-feira, Agosto 17, 2005
FESTIVAL DE GRAMADO DIA 1
CHEGUEI EM GRAMADO ONTEM, TERCA, TO TRABALHANDO PRO MEU CURSO E CERTAMENTE APROVEITANDO PARA VER FILMES, LOGO NA CHEGADA MILHOES DE CELEBRIDADES DE PLASTICO E SUAS TIETES ENTRE OUTRAS COISINHAS BIZARRAS
ANDO SEM TEMPO E CONDICOES PARA COMENTAR OS FILMES QUE ASSISTI, MAS ASSIM QUE ESTIVER EM PORTO ALEGRE COMENTAREI CADA UM DETALHADAMENTE
ONTEM TEVE EXIBIÇAO ESPECIAL DE OS DOIS FILHOS DE FRANCISCO, ACABEI ME ARREPENDENDO DE NAUM IR ASSISTIR, PORQUE OS COMENTARIOS FORAM EXCELENTES, NAUM TENHO COMO ESPERAR GRANDES COISAS DE UM FILME QUE FALA DE ZEZE DE CAMARGO E LUCIANO, MAS ESPERAREI A ESTREIA COM ANSEIO. OS FILMES DE ONTEM QUE DEPOIS COMENTAREI COMO FORAM.
1- UN DIA SIN MEXICANOS
2- CAFUNDÓ
3- CERRO DO JARAL
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Sexta-feira, Agosto 12, 2005
Inconscientes(Espanha, 2004)
Tem muita gente por aí falando bem e gostando de Inconscientes, dizendo que é um filme divertido e inteligente, eu já não diria o mesmo, ele até pode ter algumas piadas com nomes da história da psicanálise, como é o caso de Freud que é um dos personagens do filme, mas tanta informação e piadas sobre tamanho avantajado de pênis faz com que o filme se torne medíocre.
A história se passa no início do século passado quando uma mulher moderna para o seu tempo começa a investigar o comportamente estranho do marido depois do seu sumiço, para isso conta com a ajuda do cunhado, bom já é de se imaginar que rola um clima entre os dois, se for mais clichê estraga.
Bom, nem tudo é ruim no filme, tirando o fato de que é agradável assistir um filme espanhol, o elenco tem ainda a ótima Leonor Watling, que é boa em comédia, tanto que em Minha mãe gosta de mulher ela está bem engraçadinha, o cunhado quem interpreta é Luis Tosar de Segunda feira ao sol, então é isso, um filme que vale a pena pelos atores, porque o roteiro se perde e estraga.
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Terça-feira, Agosto 09, 2005
Brown Bunny é horrível, pretensioso, chato, pseudo intelectual, ridículo e tem um dos piores desfechos que eu já vi, não assistam, quem quiser ver o pau do Vincent Gallo e o tão famoso boquete que a Chloé Sevigné faz nele pode encontrar aí um bom motivo para ver o filme, mas é a única coisa que pode levar alguém a assistir Brown Bunny que é ruim demais, e nem merece mais comentários.
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Quarta-feira, Agosto 03, 2005
Meu Playlist
Eis a listinha das músicas que tem me feito feliz ou triste nos últimos dias, o que mais toca no winamp!
Fiona Apple - Extraordinary Machines(O álbum inteiro, várias vezes por dia, é incrível)
Kings of Leon - King of the Rodeo
Roxy Music - Love is the Drug
Kaiser Chiefs - Everyday I love you less and less
Maximo Park - Apply some pressure
Cake - Perhaps, Perhaps, Perhaps
Black Rebel Motorcycle Club - What Happened to my rock'n roll
Timo Mass e Brian Molko - First Day
Ella Fitzgerald - Fever
Kasabian - Processed Beats
My Bloody Valentine - Soon
Prodigy - Hotride
The Dandy Warhols - You are the last high
The Clash - London Calling
The Von Blondies - C'mon C'mon
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Terça-feira, Agosto 02, 2005
Sin City(EUA, 2005)
Tá, Sin City é beeeeem bacana, ficou um pouco abaixo das minhas expectativas porque eu realmente esperava demais do filme, mas nem por isso deixa de ser incrível, extremamente inovador e deliciosamente pretensioso.
Vou começar falando daquilo que chama mais a atenção no filme, a sua estética, o diretor Robert Rodriguez conseguiu transferir para a tela a mesma atmosfera da HQ de Frank Miller, ousando no visual e usando as cores de forma inteligentíssima, em vários momentos o filme cria uma atmosfera de cinema noir com fotografia expressionista.
Robert Rodriguez nunca foi dos meus diretores preferidos, mas preciso admitir que ele merece todos os méritos, ele não apenas dirige o filme ao lado de Frank Miller, como também assina a fotografia, e tudo mais, até opera as câmeras.
Eu não tive nenhum contato com a HQ, mas perto de tantas adaptações que vem sendo feitas por aí, Sin City é um filme louvável por conseguir traduzir exatamente o que os quadrinhos tentavam passar.
São três histórias, com bastante violência, nada de muito chocante, algo no mesmo nível de Kill Bill, mesmo assim vi pessoas deixando a sala no meio do filme ou até mesmo perto do final, das histórias a que mais gostei é a protagonizada por Mikey Rourke que está irreconhecível no papel, tem também a de Bruce Willis e a menos interessante de todas que é a das prostitutas assassinas onde atuam Benicio del Toro e Clive Owen.
Um filme que não pode passar em branco, acho que só não gostei mais porque uma das histórias não foi completamente de meu agrado mas ainda assim é incrível.
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Segunda-feira, Agosto 01, 2005
poquíssimo se sabe até agora sobre The Fountain, o novo filme de Darren Aronofsky, falta pouco tempo para o lançamento e a falta de informação só serve para aguçar a curiosidade, será marketing?
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